Deputado Rodrigo Cunha faz balanço das ações de fiscalização em Alagoas

Uma das principais funções de um deputado estadual é fiscalizar. Desde o início do mandato, o deputado Rodrigo Cunha (PSDB) vem marcando seu trabalho pelas suas ações fiscalizatórias e publicando em suas redes sociais.

“Prezo muito pela transparência dos atos, por isso, sempre mostro minhas ações e passo para o conhecimento da população o que venho fiscalizando. É importante que todos se envolvam, para que possamos cobrar e avançar cada vez mais”, destacou.

Entre os assuntos tratados nas redes, o parlamentar apontou, com auxílio da ferramenta Monitora Alagoas, a falta de investimentos na compra de medicamentos do Estado. Em plenário, ele levou a situação para o conhecimento dos demais deputados, mostrando que apenas 2,6% do valor disposto na Lei Orçamentária havia sido empenhado até o momento.

Ainda sobre a saúde, Rodrigo Cunha levantou a questão da situação dos fornecedores de insumos à Secretaria de Saúde do Estado. De acordo com o parlamentar, cerca de seis mil processos de pagamentos estão travados na Sesau, causando transtornos aos fornecedores, e voltou a falar da maternidade Santa Mônica, que permanece com os 26 leitos da UTI neonatal fechados.

“É um absurdo querer colher frutos de algo que é infrutífero. Tantas vidas poderiam ter sido salvas naquela unidade que foi modernizada com 26 novos leitos. Porém não tem quem opere esses leitos”, criticou Cunha, se dizendo preocupado com os anúncios de novas obras a serem realizadas pelo Governo.

Projetos e recursos

Outro assunto abordado por Rodrigo Cunha foram as ações de política pública voltadas a dependentes químicos. Enquanto muito é investido no tratamento, ainda é pouco o que se faz nas iniciativas de prevenção. Dados apontados pelo deputado, mostram que, enquanto o projeto “Rede Acolhe”, que tem a atribuição de contribuir na recuperação de pessoas com dependência química, tem o investimento previsto para 2017 de R$12 milhões.

Já outro projeto, agora voltado para a prevenção, como o fortalecimento de políticas sobre drogas, para ampliar pesquisas, levar informação a sociedade, e desenvolver métodos de tratamento e reinserção social de usuários, tem disponível pelo governo do Estado apenas R$ 80 mil. A segurança também foi tema em suas redes. O deputado chamou a atenção para o aumento no numero de homicídios de janeiro a março de 2017, mesmo disponibilizando mais de R$ 17 bilhões no seu orçamento para ações na segurança.

Outro assunto abordado por Rodrigo e que levou a discussão em plenário foi sobre o andamento das obras públicas. O parlamentar criticou cinco. Questionamento quanto ao andamento das obras públicas: o andamento das obras, a falta de informações técnicas obrigatórias nas placas de obras públicas e a não conclusão de alguns serviços.

“É importante deixar claro que, de acordo com a Constituição Federal, ao tratar do princípio da administração pública, é dever do gestor tornar público todos os atos e contratos para que todos saibam como são gastos os recursos públicos”, observou Cunha. "Nessa oportunidade apontei a inexistência de placa com informações sobre o Polo de Tecnologia da Informação", observou.

Algumas fiscalizações também foram feitas in loco. Após ter conhecimento de um vídeo que mostrava alunos da Escola Josefa Cavalcante Suruagy, em Boca da Mata, servindo merenda dentro do próprio colégio, o deputado foi ver de perto o que estava acontecendo, conversar com professores e, principalmente, com os alunos.

Em um vídeo, postado em suas redes sociais, ele mostrou um pouco como foi a visita, além de ir também à Escola Estadual Arthur Ramos, no município de Pilar, quando constatou a falta de estrutura da escola. 

“Todos os meses as pessoas poderão conferir aonde estive, o que fiscalizei e como cobrei. Essa é minha função, assim como a própria população também pode contribuir, denunciando. É mais um passo para ajudar e todos os deputados têm o dever de fiscalizar”, disse Rodrigo Cunha.

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